Arquivo para Setembro, 2008

Amy’s Song

30 30UTC Setembro 30UTC 2008

Está disponível por toda a Internet a versão completa de Sally’s Song, faixa 14 do álbum NIghtmare Revisited, regravação da trilha sonora do clássico The Nightmare Before Christmas.

Sally’s Song foi uma das músicas mais aguardadas do projeto já que a interprete desta vez (depois de Fiona Apple) é Amy Lee, vocalista da banda Evanescence, que dispensa apresentações. Mas o que trouxe tanta expectativa ao trabalho de Lee é o fato de sua banda ter entrado em férias prolongadas no início deste ano, o que faz de Nightmare Revisited um oásis neste longo período de espera.

O resultado é estupendo! Amy Lee conseguiu transmitir toda a sua intensidade e particularidade a uma música já conhecida e trabalhada por outros intérpretes. Não é surpresa que tenha ficado melhor do que o original, mas é uma grande surpresa, para os fãs, que Amy pareça ter voltado a suas origens musicais com esta música, que lembra muitíssimo os primeiros trabalhos da artista.

Vale lembrar que ainda resta a expectativa pelo lançamento das músicas If You Don’t Mind e Together Again.

CANÇÃO DE SALLY

eu sinto que há algo no vento
é como se a tragédia estivesse chegando
e embora eu queira ficar ao seu lado
não consigo fugir desse sentimento que tenho
o pior está logo ali na esquina

e ele notou meus sentimentos por ele?
e ele verá o quanto ele significa para mim?
eu acho que não é para ser

o que será desse meu querido amigo?
aonde suas ações irão nos levar?
embora eu queira me unir a multidão
em sua nuvem de entusiasmo
tento o quanto posso, isso não vai durar

e nós conseguiremos terminar juntos?

e nós conseguiremos terminar juntos?
não, eu acho que não, isso nunca acontecerá
porque eu não sou a pessoa certa

A_ética

29 29UTC Setembro 29UTC 2008

CRÍTICA ABAIXO

Primeira parte

Segunda parte

Divirtam-se. Comentários: amanhã.

30 de Setembro, 9:59

Amo filmes. Amo histórias. Não importa o modo como são contadas, respeito e admiro todas – embora não tenha muita paciência com HQs. Mas o que mais amo (sim, todos têm um filho preferido) é o cinema (em segundo lugar, vem o formato das séries).

Curiosamente, a quantidade de filmes que assisto hoje é consideravelmente menor do que 4 ou 5 anos atrás, quando apenas no cinema, eu passava por cerca de 6 sessões semanais. Hoje, 3 vezes por mês são mais do que suficientes. Isso porque meu gosto mudou radicalmente e pouquíssimos filmes me atraem. Aprendi muito sobre cinema nesses últimos anos, embora não tenha estudado o tema, e comecei a selecionar e analisar tudo o que via. Em parte, porque amo histórias e procuro desde sempre o melhor modo de contar uma (boa). Outra parte porque cruzei as páginas dos artigos do ex-aspirante a médico, então crítico de cinema e agora cineasta Pablo Villaça que, ao lado de queridos amigos meus como L. Soufen e L. Lagarto, é uma das pessoas mais inteligentes que conheço – embora este, sem qualquer particularidade.

Numa tentativa de explicar parte de minha admiração, deixo aqui links para os 5 artigos que mais gosto:

Desejo & Reparação

Batman – O Cavaleiro das Trevas

O Albergue

Filhos da Esperança

Magnólia

A retórica de seus argumentos, o modo como Villaça se entrega a seus texto e transmite, apenas com essas palavras, os sentimentos que o filme pode – ou deveria provocar – são provas de sua capacidade analítica e criativa. Duas características dificilmente encontradas lado a lado.

Muitas pessoas têm a curiosidade de ver como um crítico de cinema se sairia como cineasta, muitos para “dar o troco”, outros apenas pela experiência de ver o que alguem supostamente capaz de reconhecer erros e acertos é capaz de fazer também quando se coloca na linha de fogo. É fácil imaginar minha curiosidade quanto ao projeto A_ética uma vez que a) trata-se de um filme de um crítico e b) é o primeiro filme de um verdadeiro professor que admiro imensamente.

Bom… não fiquei decepcionado, mas estou muito longe de estar feliz.

Com um roteiro objetivo e pouco complexo, A_ética é um filme aparentemente convencional, mas com muitos defeitos. Pra começar, as atuações são artificiais e o clima jamais alcança qualquer grau de tensão. A fotografia, embora competente em disfarçar o uso de câmera digital, é incomodamente escura (ao menos para um míope ^^). Além disso, o roteiro, justamente por ser tão objetivo, exagera em seu discurso sobre o tema-título do filme e faz a tal “conversa” parecer nada mais do que uma enrolação – o que realmente é, diga-se de passagem, mas esse detalhe pertence ao desfecho do filme.

Pablo Villaça tem um debute fraco em sua carreira como cineasta, especialmente se compararmos sua habilidade técnica e narrativa em seus textos a simplicidade e obviedade de seu roteiro (especialmente os diálogos). É uma pena que A_ética seja um projeto tão frágil, mas espero que meu olhar ainda imaturo esteja completamente equivocado e que críticos de verdade reconheçam este curta como uma pequena, discreta, mas valiosa jóia do cinema nacional.

Villaça merece. Não pelo 1º filme que escreveu e dirigiu, mas pelo conjunto de sua obra.

2-estrela

17:21 – Observação:

Enfatizo que o que realmente me incomoda neste projeto é saber que poderia ser imensuravelmente melhor considerando o que Pablo é capaz de criar – repito, seus artigos (e até seu blogue pessoal) revelam um profissional incrivelmente competente, que sem dúvidas poderia gerar uma verdadeira obra de arte. O que não aconteceu. Acho que talvez não seja um bom exemplo, mas sua frustração com os recentes projetos de Robert De Niro é um exemplo próximo do que estou sentindo. Ele é melhor do que isso.

Dexter

29 29UTC Setembro 29UTC 2008

Quando comecei a escrever este post, pretendia falar sobre uma leve semelhança entre a franquia Jogos Mortais e a série Dexter. Porém, conforme escrevia, fui percebendo que não poderia haver dois trabalhos mais diferentes um do outro, embora guardem uma característica em comum: ambos têm um personagem-título que é um assassino brlihante e que tem seus próprios códigos de conduta.

Mas, diferentemente de Saw, que aposta em cenas escatológicas, Dexter usa o poder da violência através do “não-visto”, o que permite que a história se concentre em si mesma e nos unanimemente interessantes personagens de sua trama. Desde a tenente implicante e mesquinha ao detetive durão e sensível (não no sentido sentimental), passando pelas duas mulheres da vida do personagem-título e, finalmente, o próprio que, sem dúvidas, é o mais intrigante boneco dessa coleção.

Em cada episódio, algum flashback nos conta um pouco do passado de Dexter e, a cada viagem, ficamos cada vez mais envolvidos com sua história, chegando a ignorar sua natureza e sentir um imenso afeto por alguém que é, no mínimo e assumidamente, um monstro.

Característica muito bem representada pela constante narração em off do progatonista, especialmente na sequencia em que ele anda por uma loja de fantasias dizendo: “Adoro o Dia das Bruxas. A única época do ano em que todos usam máscara, não apenas eu. As pessoas acham divertido fingir serem monstros. Já eu passo minha vida fingindo não ser um”. E é neste momento que ele cruza uma série de máscaras, alienígena, bruxo, zumbi, enquanto cita as que usa em sua vida real: irmão, amigo, namorado.

Imagens que ele assume com perfeição. Ele me convenceria completamente, em qualquer um dos papéis. Felizmente, eu o vejo através da janela na “quarta parede”. Mas me esqueço que, crimes e assassinatos à parte, convivemos com pessoas, personagens e monstros muito semelhantes a Dexter diariamente.

Força brutíssima!

26 26UTC Setembro 26UTC 2008

Recomendadíssimo!

O grupo argentino Fuerzabruta foi o grande destaque de 2008 na Broadway, o espetáculo estreou no Paque Villa Lobos (São Paulo) esta última quarta-feira (24) para um público fechado e provocou grandes emoções.

É puro tesão!“, declarou uma extasiada D.F., uma das convidadas especiais do espetáculo.

A temporada já está aberta ao grande público e vai até 12 de outubro, com ingressos para pista que custam 120 ou 150 reais dependendo do dia e do horário.

Gasto muito bem aplicado, diga-se de passagem…

ATUALIZAÇÃO – 16 de outubro

O temporada foi estendida e será apresentada até dia 9 de novembro, domingo, ainda no Parque Villa Lobos. Os valores e horários continuam os mesmos.

Meu ingresso já está garantido para a noite do dia 25, sábado.
Em seguida, meu testemunho do grande espetáculo.

Aguarde… :)

Dia 27 de outubro

Meus comentários estão aqui.
Meus comentários estão aqui.
Meus comentários estão aqui.
Meus comentários estão aqui.
Meus comentários estão aqui.

Expiação

25 25UTC Setembro 25UTC 2008

|

Coincidências acontecem o tempo todo. Algumas simplesmente não são importantes. Outras, porém, podem mudar sua vida ou o modo como a vê. Não sei se o assunto deste post é o caso, mas…

Há duas semanas assisti, no mesmo dia, os dois filmes dos cartazes acima. Duas histórias aparentemente tão diferentes mas com coisas muito, muito relevantes em comum. Ambas se passam em tempos de guerra, por exemplo, e, o principal: seus protagonistas são escritores que, na infância, são levados pela imaturidade e cometem um grave erro que, na fase adulta, tentam reparar.

O de Marc Foster é mais relevante, talvez. Mas fiquei infinitamente mais emocionado com o drama de Joe Wright – acho que, por isso, preferi o nome deste filme como título do post, pois resume de forma completa a essência das duas histórias.

Duas histórias que, de qualquer forma, são belíssimas e merecem nossa atenção.

4-estrela6 5-estrela5

Tela opcional?

24 24UTC Setembro 24UTC 2008

“Um Delamotte Brut Blanc 97 e uma pipoquinha com azeite espanhol de alecrim, por favor.”

Há um mês e dois dias foi inaugurado o Salas Premier Cinemark, no cantinho mais VIP e luxuoso do coração financeiro do Brasil, o Shopping Cidade Jardim em São Paulo.

Com lobby e bilheteria exclusivos, o espaço foi planejado pelo arquiteto Arthur Casas e oferece um serviço de bar inédito que contará com carta de vinho e sofisticados complementos para a tradicional pipoca, como o tal azeite de alecrim. Além disso, as duas salas que poderiam acomodar mais de 600 poltronas atendem apenas 224 cinéfilos que recebem no conforto de seus lugares os pedidos feitos no bar – caso não queiram ficar no lounge reservado.

Como não poderia deixar de ser, o preço para esse pequeno capricho é mais alto do que o convencional, variando de 35 (nas quartas) a 43 reais (nas sextas e finais de semana). Mas vale lembrar que os preços da rede Cinemark já são absurdos por natureza, ou seja, esse espaço VIP tá saindo uma pechincha!

Com tanta distração, será que o filme importa?

E quem quer impressionar a namorada nem precisa mais fazer reserva naquele bistrosinho comentado pelo colega da faculdade, é só ir ao cinema e pronto – dois programas numa passada de cartão só.

Não dá pra ler no Metrô

24 24UTC Setembro 24UTC 2008

Meio século após o início do trabalho de Michelangelo nos afrescos da Capela Sistina (trabalho que consumiu quatro anos de sua vida), a editora italiana FMR lançou “Michelangelo – A Mão Sábia” (La Dotta Mano).

Os 33 primeiros exemplares já foram vendidos a colecionadores e mais duas remessas iguais ficarão prontas em breve, uma delas direcionada a museus de todo o mundo. Isso porque cada exemplar demora de três a seis meses para ser produzido, já que é feito artesanalmente com mármore, veludo de seda (de um tear que só confecciona oito centímetros por dia), encadernação costurada à mão página por página e páginas de puro algodão também produzidas à mão fibra por fibra.

Claro, o preço de cada exemplar está a altura da obra de arte: 265 mil reais. E, detalhe: pesa 24 quilos.

“Michelangelo – La Dotta Mano” é o primeiro livro da coleção Book Wonderful, da FMR. O segundo, sobre o escultor italiano Canova, será lançado em janeiro próximo. Um outro, sobre a rainha francesa de origem italiana Catarina de Médicis, será totalmente escrito à mão e terá apenas cinco exemplares, que não serão vendidos.

Algo semelhante já foi feito anteriormente levado pelo mais recente e ressonante sucesso mundial.

J. K. Rowling distribuiu este ano apenas 7 exemplares do “spin off” “Os Contos de Beedle, o Bardo”.
Livro escrito à mão com cinco contos infantis que se passam no mundo mágico idealizado pela autora. Da mesma forma que crescemos com “Branca de Neve” ou “Cinderela”, as crianças da ficção de Rowling dividiram suas vidas com fábulas situadas em seu mundo, como o inédito “O Poço da Sorte” e o famoso “O Conto dos Três Irmãos”, que foi publicado no êxodo da saga, o episódio “Harry Potter e as Relíquias da Morte”.

Este, dá pra ler no Metrô.

.

24 24UTC Setembro 24UTC 2008

Faz quatro anos e dois dias que tudo começou…

Marginais fugidos e perdidos

22 22UTC Setembro 22UTC 2008

Se The X-Files tivesse sido criado na era pós-Lost, chamaria-se Fringe.

Provavelmente ainda haveria algum homenzinho verde cruzando a tela, mas os tais arquivos x paralelos certamente teriam sido mais interessantes. Prefiro assistir a investigação sobre um avião que provocou um tsunami após voar em baixa altitude e reproduzir uma frequencia sonora que estourou janelas ao invés de… sei lá… um monstro do esgoto com cara de… algo bem obsceno.

Detalhe importante: eu sou FÃ de Arquivo X.

 O episódio piloto de Fringe foi uma grande (e grata) surpresa. Trazendo uma história que já começa tensa e surpreendente, a trama só melhora conforme a investigação avança. Anna Torv é uma revelação a altura da série e do dedo de J.J. Abrams. Feminina quando pode e incrivelmente durona quando precisa (que pulos!), a atriz confere uma ambiguidade correta a personagem que consegue até mesmo nos comover numa belíssima cena onde chora na traseira de uma ambulância – seus trejeitos quadrados e desajeitados só dão mais realismo ao delicado momento. E o desfecho envolvendo seu parceiro de trabalho e cama é, apesar de trapaça, bastante eficaz já que será um grande impulso para a personagem seguir seu caminho na série.

————-

Depois de meses em marcha lenta acompanhando a primeira temporada de Prision Break, fui pego de jeito na reta final desta e pelo início da segunda temporada. E, apesar de reconhecer a competência da série em nos fisgar e excitar, sou obrigado a dizer que, por causa de sua “coragem”, ela errou um pouquinho a mão.

Talvez tentando seguir os passos de Lost, que não poupa personagens carismáticos em nome da história (ou dos bastidores), este 2.01 foi um pouco além disso, tirando da tela um dos (poucos) personagens dos quais gostamos e realmente nos importamos na série penitenciária. Lost pode fazer isso porque ao nos tirar Shannon, por exemplo, ainda nos deixa Kate, Sun. Lost sabe quem e quando pode matar. Prision Break, ao que parece, não.

Por falar em coragem, não consigo engolir a classificação-14-anos. A série tem inúmeras subtramas envolvendo violência, assassinato, abuso sexual e outras coisas, mas jamais explora as oportunidades. Claro, a proposta do programa é completamente diferente de um Oz da vida, mas acovardar-se em todos os momentos não vale.

Prision Break me convenceu o bastante para me levar ao final da segunda temporada. Só espero que ela encontre um equilíbrio entre o que deve fazer e o que pode evitar.

Nonsense

22 22UTC Setembro 22UTC 2008

Debate numa redação:

Como adaptar a plaquinha “Entre sem bater” para determinados lugares?

Conclusão:

Funilaria: Bata para entrar.

Academia de boxe: Entre para bater.

México-américo

19 19UTC Setembro 19UTC 2008

O SBT já proporcionou várias frustrações e constrangimentos ao brasilo-telespectador, como a instabilidade psicotica da grade de programação, as edições absurdas em filmes e seriados diminuidos de, por exemplo, 2 horas para 1 hora e 1 minutos ou, o pior de tudo, suas novelas com elenco brasileiro adaptadas de textos mexicanos. Este último, em particular, trouxe coisas como uma Bárbara Paz (ou Pas?)tentando imitar Thalia (ou Talía?) como algum suspirado e apaixonado “Caaarlos Danieeel” (ou Andreé Fernaando?). Felizmente, o contrato acabou e a expectative está em torno de Revelação, texto da primeira-dama da emissora. Não que haja muita promessa, mas prefiro ver Sérgio Abreu interpretando um protagonista brasileiro (ou português) ao invés de um Migueeel Fernaaando.

A bola agora passou para a Record, que comprou os direitos de exibição e produção das obras mexicanas. Um detalhe que pode ser bom é que o “Canal 7″ exigiu, em contrato, mais liberdade nas adaptações da Televisa. Porém, será que vai adiantar? Sei não.

Porque algo semelhante ao “caso SBT” parece estar rolando com a menina-dos-olhos da Record: sua estranha série-novela “Caminhos do Coração”. Oops: “Os Mutantes – Caminhos do Coração”.

Aliás, o estranho já começa no título? Tem título mais… eu não sei como definir, mas acho que me entende. As palavras “mutantes” e “coração” não combinam muito…

Mas o pior é ver tudo o que já vimos com o cinema e as séries americanas relidos por atores e cenários brasileiros. Ontem, passando canais, parei momentaneamente na Record para ver uma cena envolvendo um “o centro da Terra” à Verne – mas que, aparentemente, conta com sofisticados equipamentos e meios de transporte como elevadores e lugares como um tal corredor 69 (apologia ao sexo, bispo?). Poucas vezes vi algo mais risível e fiquei imaginando como aquelas atrizes conseguiram fazer aquela cena sem rir. Mas me arrisco a dizer que atriz da vilazinha com cabelo de Marjorie Estiano estava mais confortável, já que a personagem mantinha um risinho de satisfação nos lábios – o que já me faz considerá-la uma ótima atriz por não ter um risinho de deboche ou incredulidade ou resignada vergonha. Já a outra atriz deve ter há anos a ambição artística de trazer a série Xena de volta a vida e, assim, experimentou alguns orgasmos múltiplos em sua atuação. É o que parecia quando sorriu comemorando à reação de seus “guerreiros” após anunciar que finalmente chegara o momento que eles esperaram a vida toda: atacar os “tundercats” ou seja lá qual for o nome da raça inventada pelo ex-autor da Globo.

Já ver Indiana Jones foi mais engraçado. Triste, porém, ver o outrora talentoso Claudio Heinrich interpretando um personagem tão caricato – por outro lado, é possível, embora improvável, que a Record tenha a coragem que falta a Globo há anos e mostre um beijo gay em TV aberta. Vai saber.

Anda assim, sei que é como decidir entre um tigre-dente-de-sabre ou uma aranha gigante, mas prefiro ver A Usurpadora quatro vezes seguidas à um capítulo inteiro dessa “obra-prima” de audiência da Record.

Ao que parece, os mutantes do mau estão vencendo a guerra contra o bom gosto.

Esperança

18 18UTC Setembro 18UTC 2008

Algum tempo atrás, quando escrevi sobre o intenso Filhos da Esperança, comentei sobre “a capacidade do Homem em ser extremamente bárbaro e surpreendentemente altruísta” e citei o exemplo do personagem de Matt Díllon em Crash. Essa ambiguidade humana é algo que sempre me fascinou. Guardadas as devidas proporções, este caso revela uma faceta interessante (e frustrantemente divertida) dessa mesma característica.

“Seguinte: eu vou ser bem sincero pra ti. Eu roubei um carro agora. Eu peguei o carro e tinha uma criança dentro. E eu não vi, entendeu? Você manda uma viatura lá e manda o pai dele pegá-lo e levá-lo para casa. É um piazinho”.

Pois é, acho que o mundo ainda tem esperança…

Preciso dizer mais?

Sim, preciso. Mas não agora. ;)

Once

18 18UTC Setembro 18UTC 2008

Ele perguntou: “Como você diz ‘Você o ama?’ em tcheco?”
Ela disse: “Milujes ho?”
Ele perguntou: “Milujes ho?” e
Ela respondeu: “Miluji tebe*”.

*Significa: “Eu amo você”.

Quantas vezes você encontra a pessoa certa?
Apenas uma vez.

Cenas de bordo

18 18UTC Setembro 18UTC 2008

Se não bastasse a qualidade do portal Cinema em Cena, o blogue do editor do site e crítico Pablo Villaça é constantemente preenchido com assuntos interessantes, instrutivos, divertidos e, às vezes, incômodos.

Entre eles, destaco seus comentários sobre
sua família, que são quase sempre interessantíssimos;
uma campanha publicitária;
um passeio num cartório;
a melhor partida do mundo;
o arrebatamento;
um comentário sobre Six Feet Under e, claro,
meu projeto no Continuação..

Foi lá, também, que descobri esses posteres (poloneses e medievais) incríveis:

EXTERMINADOR DO FUTURO

HOMEM ARANHA

HARRY POTTER

O BEBÊ DE ROSEMARY

APERTEM OS CINTOS… O PILOTO SUMIU 2

CHRISTINE

Intrigantes, não?

Começando…

12 12UTC Setembro 12UTC 2008

Para quem não sabe, trabalho com marketing presencial (também conhecido como Eventos) em um (grande) Grupo de comunicação; como redator. Sou novo por aqui e concluí na semana passada meu primeiro dificílimo job. ;)

Como não poderia deixar de ser, após uma semana quase inteira de ociosidade, que me permitiu focar em assuntos pessoais como o blogue, minhas finanças, minha saúde e minha complicada vida de relacionamentos não-familiares, ontem a noite e hoje assumi parte da responsabilidade por alguns novos cases - e ficou claro que uma avalanche de novidades está prestes a desabar: ôba!

Me desejem sorte.

Enquanto isso, aguardo comentários e votos. Não sei se dei a entender, mas o plano é que os leitores decidam qual das duas histórias apresentadas nos dois últimos posts será desenvolvida publicamente.

De novo, aguardo seus votos e comentários e, se Deus quiser, segunda-feira poderei publicar o primeiro segundo texto de criação do Projeto Aquário.