Arquivo para Novembro, 2008

Medo vó!

28 28UTC Novembro 28UTC 2008

Descobri esta semana o site Akinator onde, através de uma série de perguntas, o site descobre qual personalidade em tenho em mente.

Apesar de alguns erros básicos, o site me assustou várias vezes quando trouxe a imagem de personagens e pessoas que, pelo caminho das perguntas, jamais seriam encontradam. Por outro lado, é interessante observar quando estamos nos caminho certo e perceber que, certa altura, “o computador” já sabe em quem pensamos.

É uma bricadeira dvertidíssima, e para ilustrar o alcance de personagens basta dizer que o Gênio já encontrou as seguintes personalidadades para mim:

Amy Lee

Harry Potter

Junior Lima

Vivian Pretty Woman

Flora

Nazaré Tedesco

ourTunes #5

27 27UTC Novembro 27UTC 2008

Amy Lee é fofa.

Sim, um pouco fisicamente fofinha também, mas digo que ela é fofa por causa disso:

eu sou a irmã da Robbie
eu acho que dá pra ver
quando a gente assiste aos desenhos da Cartoon
eu sou tão feliz quanto posso ser

eu acho Samurai Jack legal
e O Laboratório de Dexter também
eu sinto falta de assistir Superpoderosas
eu sinto falta de assistir TV

bem, viver em um ônibus de turnê não é tão mal
mas eu sinto como se tivesse perdido tudo o que tinha

oh Cartoon Network
eu sinto tanto sua falta
oh Cartoon Network
aonde você foi parar?

Diabólico e Sinistro, como eu amo aquele cerebrozinho
Johnny Bravo, posso te dar outra bitoquinha?

espero que você tenha aprendido uma lição aqui
valorize o que você tem
não cometa os mesmos erros que eu
a vida de rockstar é tão triste

bem, viver é um ônibus de turnê é… bem ruim
e agora eu tenho certeza que conheço
o significado da minha vida
o amor dentro da minha alma
a razão porque eu acordo a cada dia é

Cartoon Network
eu sinto tanto sua falta
meu Cartoon Network
onde você foi parar?
meu Cartoon… Net… work…

Talvez a letra seja um pouco complexa demais para essa turminha, mas que é fofa, ah é. E é engraçado ver Amy fazendo caras e bocas enquanto canta… Pode parecer forçado sob certo olhar, mas sob outro é pura fofura.

Por falar em Amy Lee, recentemente ela deu uma entrevista onde revelou o que uma maioria esmagadoras de cantores teme revelar: não gosta das próprias músicas.

Brincadeira, ela não disse isso. O que ela declarou é que não quer continuar cantando, hoje, músicas que compos cinco, seis talvez mais anos atrás. E, de fato, faz sentido. Pouca gente consegue alimentar os mesmos sentimentos por vários anos. Eu sou uma delas, mas quase ninguém faz isso.

Houve uma mudança gritante entre Fallen e The Open door. Em breve Amy Lee e o Evanescence voltarão com um terceiro álbum e, sem dúvidas, será um trabalho ainda mais diferente.

Mas não deixa de ser curioso observar que sua versão para Sally’s Song parece um mergulho no passado. A sonoridade da música lembra muito as primeiras composições da artísta, embora claramente melhor produzida.

Mas, enfim: Amy é fofa.

MKT #1

25 25UTC Novembro 25UTC 2008

Depois do ótimo resultado da publicação de Grandes comerciais e +, inicio agora + 1 série de posts.

O primeiro tem que ser algo inédito [aqui] e brilhante. Nada mais justo do que um da IBM.

OurTunes #4

25 25UTC Novembro 25UTC 2008

A quarta edição do ourTunes não conseguiu esperar pelo dia seguinte a terceira.

Quem pode controlar ELA, a mulher mais famosa do mundo?

Nunca, honestamente, fui fã da cantora, mas esse último álbum tem me chamado a atenção. E esta música em particular não sei da minha cabeça… Uma boa letra, um ritmo gostoso, batidas e sons maravilhosos.

(Está difícil achar uma boa versão da música no Youtube. Nesta, por exemplo, a música só começa depois de 1 minuto inteiro.)

Madonna – Devil Wouldn’t Recognize You

tão calmo como está hoje a noite
você quase pensa que está salvo
seus olhos estão cheios de surpresas
eles não podem prever meu destino

esperando em baixo das estrelas
há algo que você deveria saber
os anjos, eles rodeiam meu coração
me dizendo para te deixar ir

aposto que ele não conseguiria
aposto que ele não reconheceria
mas eu tenho jogado nisso
quem sou eu para criticar?
de algum  modo passarei por isso
e você nem irá perceber
caindo em seu próprio disfarce

é como se de novo e de novo
você está me jogando para baixo, no chão
eu deveria ir embora
de novo e de novo, eu continuo voltando para mais
eu atuei em sua fantasia

agora está acabado
você não pode mentir pra mim com seu sorriso
eu vejo alem dos seus olhos
agora está acabado, sem mais intoxicar minha mente

nem o diabo reconheceria você, eu sim

você quase enganou a si mesmo desta vez
que todos os santos sejam glorificados
você esconde sua tristeza em seu sorriso
e você guarda suas mágoas perdida

os degraus que vêm pelo caminho
são mais altos do que parecem
mas eu já estive lá antes
você não pode se esconder de mim

aposto que ele não conseguiria…

ourTunes #3

25 25UTC Novembro 25UTC 2008

Eu AMO covers. Não necessariamente bandas de garagem cantando Nirvana, mas ouvir uma música que já conheço refrescada por uma voz nova é algo maravilhoso – especialmente porque quando gosto de uma música, a ouço diariamente e com looping ativado até começar a detestá-la.

Um bom exemplo de cover que recomendo é Thougthless, música do Korn, na versão Evanescence da turnê do álbum Fallen (e posteriormente o oficial álbum ao vivo Anywhere But Home).

Mas o que dizer de uma banda que, acredito, surgiu do conceito band-cover e que faz sucesso através disso – apesar das boas músicas próprias (confesso que, embora boas, suas músicas não me empolgam tanto quanto seus covers).

Por isso, nada mais justo do que o melhor cover deles. Digo “melhor” porque esta ilustra muito bem o poder desse projeto, já que uma música enjoativa ficou muito agradável com o novo tom (e o finalzinho com Johnny Rivers foi um toque de mestre!).

Tanto esta banda quanto outros covers, terão uma boa presença por aqui.

você é bonita demais, garota
é por isso que nunca vai dar certo
você me tornará um suicida, suicida
quando me disser que está acabado

veja, isso começou no parque
costumava relaxar no escuro
oh quando você tomou meu coração
foi quando nós nos apaixonamos
porque nós dois pensamos
que o amor duraria para sempre

veja, está bem definido, garota
você é única
mas você embaralhou minha cabeça
você anda para ser negada
oh deus
minha garota está me enlouquecendo

você é bonita demais, garota
é por isso que nunca vai dar certo
você me tornará um suicida, suicida
quando me disser que está acabado
danem-se todas essas garotas bonitas
elas apenas querem te fazer mal
elas te tornarão um suicida, suicida
quando te disserem que está acabado

dizem que nós éramos muito jovens
para nos deixarmos livres
oh nós não nos importamos
nós deixaremos tudo muito claro
e também diziam que nós
não poderíamos durar juntos

veja, está bem definido, garota
você é única
mas você embaralhou minha cabeça
você anda para ser negada
oh deus
minha garota está me enlouquecendo

você é bonita demais, garota
é por isso que nunca vai dar certo
você me tornará um suicida, suicida
quando me disser que está acabado
danem-se todas essas garotas bonitas
elas apenas querem te fazer mal
elas te tornarão um suicida, suicida
quando te disserem que está acabado

quando a noite cair
e a terra for escura
e a lua for a única luz
nós veremos

não eu não sentirei medo
não eu não derramarei uma lágrima
apenas enquanto você estiver comigo
fique comigo

apenas enquanto você estiver comigo
fique comigo

Boyce Avenue – Beautiful Girls | Stand By Me

ourTunes #2

24 24UTC Novembro 24UTC 2008

A edição de hoje trás uma música consideravelmente conhecida em várias vozes. Esta versão é de Jeff Buckley e encerrou a ótima primeira temporada da boa série The O.C., numa seqüência belíssima que jamais foi superada pela série (o que quase aconteceu na terceira temporada, quando a mesma música foi tocada, desta vez, pela maravilhosa Imogen Heap – que certamente terá espaço no ourTunes).

Jeff Buckley – Hallelluja

Intercâmbio.

24 24UTC Novembro 24UTC 2008

Pela Humanidade é uma história especial para mim. A princípio pode ser vista como mais uma história comercial pipoca, mas logo fica claro que as páginas não estão preenchidas por vazio e mesmice. Meu texto não é muito diferente do de outros autores (como Dan Brown, Mary H. Clark ou mesmo uma versão realista de Rowling), e é quase impossível fugir de todas as referências e influências disparadas diariamente, mas minha própria personalidade está inserida nas páginas, mostrando que encontrei meu próprio caminho. Há uma certa poesia em alguns momentos, há bastante ação em outros, acontecimentos ao redor dos personagens, seus destinos e futuros, coisas nas quais não pude interferir, mas há muito também sobre amizade e coragem, sobre atravessar uma fronteira e não poder voltar, sobre ter fé em algo que não pode mais te proteger.

Link seguro: http://www.megaupload.com/?d=UA7ZWX6U

Filmes #2

24 24UTC Novembro 24UTC 2008

Vi este filme em 2007 e, de longe, é o que mais me fez rir ano passado. Aliás, este ano, acho que só ri tanto com o novo filme de Woody Allen. Escrevi sobre este filme na época e repito aqui uma parte dos comentários:

Kiss Kiss, Bang Bang é um desses filmes recheados de ótimos diálogos e situações extremamente absurdas, mas incrivelmente verossímeis dentro da trama que propõe. Um exemplo é quando a mocinha do longa pergunta ao herói “Eu decepei o seu dedo, não foi?”, logo após bater a porta irritada, ou quando o próprio herói se segura no braço de um cadáver devidamente dentro de um caixão – que está preso na armação de uma placa de trânsito ao lado de um viaduto. Da mesma forma, as cenas de ação são ótimas e inteligentes, nos fazendo realmente temer pela vida do trio de protagonistas. (…)

Eu garanto, este é um dos filmes mais divertidos e inteligentes do gênero.

Beijos & Tiros

A dor de perder um amigo…

24 24UTC Novembro 24UTC 2008

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Táxi! #2

24 24UTC Novembro 24UTC 2008

Desde que li este texto fiquei comovido e ansioso para ver este filme.

Bom, ainda não aconteceu. Mas ainda está no top 5 da minha lista.

Retratos de Família

Vicky Cristina Barcelona (Woody Allen)

17 17UTC Novembro 17UTC 2008

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Não consigo falar muito sobre esse filme. Ri constantemente, fiquei comovido em alguns momentos, mas principalmente inflamado, quase inebriado, com tanto “amor”. Um filme que aflora sensações e desejos.

(Engraçado, Rebecca Hall me lembrou em vários momentos duas atrizes que acho lindíssimas mas que são bem diferentes: Evangeline Lilly e Kate Beckinsale.)

5-estrela

Romance (Guel Arraes)

17 17UTC Novembro 17UTC 2008

No apenas belo Dom, Moacyr Góes cometeu um pequeno erro: seus personagens conheciam a existência de um clássico literário e mesmo assim percorriam o mesmo caminho sem perbecerem a ironia da sua própria sina. Em Romance, Guel Arraes e Jorge Furtado percorrem parte do mesmo caminho, trazendo um clássico do Velho Mundo para ilustrar uma história moderna e universal – neste caso, o (talvez) triângulo com Capitu deu lugar ao efetivo conflito do romance de Tristão e Isolda e Rei Mark – uma das mais belas e tristes histórias de amor da História, que ganhou uma belíssima versão em 2006 pelas mãos de Kevin Reynolds.

02

Romance, porém, não é uma simples releitura do clássico eternizado por Wilhelm Wagner (o compositor alemão)  mas sim uma homenagem a ela e as principais convenções do gênero-título, o que fica claro quando a personagem de Leticia Sabatella (sensual, romântica e enjoativamente doce, caindo perfeita ao pepel) acusa seu par romantico (um sofrido e agradável Wagner Moura) de ter se equivocado ou quando o casal lê um trecho de um roteiro e traz outros momentos de outra história a brincadeira cheia de verdades que estão fazendo, num balé de palavras belíssimo e repleto de poesia.

Trazendo de brinde ótimas performances (Vladimir Brichta até surpreende) com direito a Nanini como ícone brasilo e José Wilker divertidíssimo, Romance sempre se destaca quando Ana e Pedro (Sabatella e Moura) estão em cena  – já Andréa Beltrão, desperdiça a chance de demonstrar alcance dramático, mas não decepciona em suas cenas afiadíssimas. Da mesma forma, o elemento que sempre é mal trabalhado na maioria dos filmes que o usa, a história dentro da história narrada através dos personagens dos personagens, acaba se revelando uma grata surpresa (fiquei até curioso para assistir o especial), principalmente pelo pico dramático do instante em que a Isolda de Ana corre com um prolongado grito em nome de seu amor.

Sincero e tocante, Romance é principalmente real, efeito contraditório que alcança justamente através de sua aura tearal que poetisa toda a sua história.

Um bem vindo presente numa época já próspera para o nosso Cinema.

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aqueles dois (Cia. Luna Lunera)

15 15UTC Novembro 15UTC 2008

aqueles-dois

aqueles dois, quinto trabalho da Cia. Luna Lunera, é uma obra tão delicada e profunda quanto o texto original de Caio Fernando Abreu. Mas há algo que diferencia o conto da peça, já que esta última é um mergulho visceral ás profundezas da mente melancólica e intensa de Caio F., indo muito além daquele universo frio e particular que envolve os personagens Raul e Saul, os tais dois.

Com pequenos defeitos que incomodam o acompanhamento da ação de algumas cenas (mas que trazem um estranho realismo), a peça peca justamente em sua maior qualidade: ter 4 atores no palco intercalando presença na interpretação dos peesonagens. Se a tática traz momentos divertidíssimos, como quando Raul e Saul comentam Infâmia numa dinâmica troca de informações, também dispersa um pouco o sentimento de intimidade e solidão concebido por Caio F. em seu conto. Os atores, porém, são bem-sucedidos em retratar com sensibilidade os sentimentos conturbados de Raul e Saul, infelizes e insatisfeitos e incompletos em suas próprias e ocas vidas. Mais do que isso, conseguem ilustrar com quase clareza os momentos mais belos e profundos do texto original, como quando Raul e Saul comentam o “nó” na garganta.

E é aqui que chego ao maior trunfo de aqueles dois: ao usar textos diferentes da carreira de Caio Fernando Abreu para comentar certas passagens da trama, a Cia. Luna Lunera traz para aquele mundo tão pequeno uma carga emocional infinitamente maior àquela com que nos deparamos no conto, o que transforma o vazio de Raul e Saul em algo ainda mais pesado, chegando ao ponto alto no momento em que Raul (interpretado neste momento por Odilson Esteves) “escreve” uma carta com tudo o que sempre quis dizer a sua mãe, um momento de extrema intensidade.

5-estrela1

(Continua.)

ourTunes #1

14 14UTC Novembro 14UTC 2008

Sei que já postei várias músicas aqui, mas acho que chegou a hora oficializar a presença delas aqui no Continuação.. Provavelmente será a série de posts mais atualizada, mas música quase nunca é demais.

Minha primeira intenção era inaugurar com Alanis Morissette ou Amy Lee, duas de minhas cantoras preferidas. Mas como já falei muito sobre elas aqui, acho melhor comentar um dos poucos cantores homens que admiro imensamente. Coloco esta versão justamente pela ausência de sua ex-parceira musical, pois quero destacar ainda mais sua intensidade na interpretação.

Damien Rice – 9 crimes

Seis meses…

14 14UTC Novembro 14UTC 2008

Parece que Harry Potter no cinema está se aproximando da grandiosidade da série O Senhor dos Anéis. Depois do fiasco de A Ordem da Fênix, é um alívio desconfiar que finalmente teremos um filme cinco estrelas.

Harry Potter e o Enigma do Príncipe é um dos 3 melhores livros da série (não consigo decidir entre ele e As Relíquias da Morte para o topo – O Prisioneiro de Azkaban é o terceiro). Será o melhor filme?

Prisioneiro de Azkaban com certeza é o melhor filme até agora – anos luz a frente de todos os outros. Em seguida, considero A Câmara Secreta a prata da série.

Em saber que ainda faltam seis meses inteiros para acontecer a estréia… Os trailers só aumentam a expectativa, que está quase insuportável, destacando o tom sombrio e a tensão da obra, além de empolgantes cenas de ação. E ainda encerra com uma piadinha até agradável, preparando os cinéfilos para o clima adolescente atravessa a produção.