2010 Cultural – A Lista Completa.
FILMES – Os 10.
2010 foi um ano espetacular, não há como negar. Apesar de tantos títulos maravilhosos que foram lançados no Brasil este ano serem produções de anos anteriores, é um agradável presente que estes atrasos tenham coincidido com lançamentos tão formidáveis.
Se À Prova de Morte, de Tarantino, e o oscarizado Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow, feitos em 2007 e 2008, respectivamente, foram lançados por aqui apenas este ano, suas bilheterias foram disputadas por belíssimas produções como A Origem e Lembranças, por exemplo.
E não podemos nos esquecer dos lançamentos que ocorrem com poucos meses de atraso com relação ao original, como o refrescante Tudo Pode Dar Certo, do veterano Woody Allen, e o inesperado Eu Matei Minha Mãe, do novato (e competente) Xavier Dolan, filmes de 2009 que dividiram bilheteria com Zona Verde, As Melhores Coisas do Mundo, Comer Rezar Amar e Tropa de Elite 2.
E se a sintonia contribuiu para uma belíssima reunião de lançamentos, minha experiência home video não ficou para atrás, já que continuei minha redescoberta do Cinema antigo e me fascinei por …E o Vento Levou, Ben-Hur e Um Corpo que Cai, e também por obras mais jovens, como Cães de Aluguel e até mesmo o novíssimo Onde Os Fracos Não Têm Vez, de 2007.
Sim. 2010 foi espetacular, e estes exemplos acima (e os outros logo a seguir) são apenas uma pequeníssima fração desta temporada formidável.
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FILME – POSIÇÃO 10
A Estrada
The Road
Direção de John Hillcoat
Roteiro de Joe Penhall
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POSIÇÃO 9
O Pequeno Nicolau
Le Petit Nicolas
Direção de Laurent Tirard
Roteiro de Laurent Tirard e Grégoire Vigneron
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POSIÇÃO 8
Os Amores Imaginários
Ler Amour Imaginaires
Direção de Xavier Dolan
Roteiro de Xavier Dolan
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POSIÇÃO 7
Kick-Ass – Quebrando Tudo
Kick Ass
Direção de Matthew Vaughn
Roteiro de Matthew Vaughn e Jane Goldman.
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POSIÇÃO 6
Valsa com Bashir
Vals Im Bashir
Direção de Ari Folman
Roteiro de Ari Folman
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POSIÇÃO 5
Luzes da Ribalta
Limelight
Direção de Charles Chaplin
Roteiro de Charles Chaplin
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POSIÇÃO 4
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1
Harry Potter and the Deathly Hallows – Part 1
Direção de David Yates
Roteiro de Steve Kloves
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POSIÇÃO 3
Mary e Max – Uma Amizade Diferente
Mary and Max
Direção de Adam Elliot
Roteiro de Adam Elliot
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POSIÇÃO 2
Os Famosos e os Duendes da Morte
Os Famosos e os Duendes da Morte
Direção de Esmir Filho
Roteiro de Esmir Filho e Ismael Caneppele
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POSIÇÃO 1
José e Pilar | Toy Story 3
José e Pilar | Toy Story 3
Direção de Miguel Gonçalves Mendes | Direção de Lee Unkrich
Montagem de Cláudia Rita de Oliveira | Roteiro de Michael Arndt
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LIVROS – Os 10.
É constrangedor confessar que, este ano, li apenas 10 livros. Sim, uma miséria. Especialmente quando comparo à marca atingida no ano passado, que contou com 31 livros. E infelizmente o cálculo não fica mais bonito quando enumero os livros que comecei a ler, já que mesmo concluindo a leitura de todos eles o resultado ainda seria um-terço menor.
Claro que ter lido exatos 10 livros facilita um pouco a estruturação de um top 10. Ou não, já que a lista inclui livros que, num mundo ideal, jamais entrariam sequer num top 100, como é o caso das 3 últimas colocações que vocês verão abaixo.
Por outro lado, as primeiras colocações não são apenas os melhores livros que li em 2010; eles comporiam facilmente um top 10 que representasse as melhores obras literárias que li ao longo de toda a vida.
Em especial, o 1º lugar, que estaria no topo, também, do top life.
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POSIÇÃO 10
Cartas de um Sedutor
Hilda Hilst
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POSIÇÃO 9
Alice no País das Maravilhas
Alice in Wonderland
Lewis Carol
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POSIÇÃO 8
Lolita
Vladimir Nabokov
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POSIÇÃO 7
Where The Wild Things Are
Onde Vivem os Monstros
Maurice Sendak
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POSIÇÃO 6
Música Para Quando As Luzes Se Apagam
Ismael Caneppele
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POSIÇÃO 5
Academia de Anjos (Esboço)
Leonardo Alkmim
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POSIÇÃO 4
A Paixão Segundo G. H.
Clarice Lispector
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POSIÇÃO 3
Os Famosos e os Duendes da Morte
Ismael Caneppele
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POSIÇÃO 2
O Poderoso Chefão
The Godfather
Mario Puzzo
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POSIÇÃO 1
O Perfume – A História de um Assassino
Das Parfum, die Geschichte eines Mörders
Patrick Süskind
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SÉRIES – As 10.
POSIÇÃO 10
The Walking Dead
1ª temporada completa.
Estamos falando de uma promessa aqui. Com apenas 6 episódios, The Walking Dead criou uma nova hype que vem ofuscando a obsessão vampiresca – pelo que agradecemos. E a febre não é gratuita, já que a série oferece momentos de tensão insuportáveis – e deliciosos – e dramas que conquistam o espectador sem qualquer esforço – com pessoas sendo deixadas para trás e emocionantes reencontros que não trazem apenas felicidade. Contudo, apesar da altíssima qualidade do roteiro (e da direção e da fotografia e da maquiagem e dos efeitos especiais e das atuações), o finale desta season premier me deixou um gostinho de frustração pela falta de um cliffhanger. Ou talvez esta decisão seja uma discreta e bem-vinda declaração de prepotência: esta não é uma série sobre medo, sobre catástrofe ou sobre mistério; é uma série sobre pessoas vivendo um dia após o outro.
(E é claro que as chances de acontecer um cliffhanger à um minuto para a meia noite são muito pequenas.)
Ainda é cedo para dizer que The Walking Dead já é uma promessa cumprida. Mas estas pouquíssimas horas foram o bastante para colocá-la em praticamente todas as listas de melhores séries de 2010.
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POSIÇÃO 9
Glee
1ª temporada completa e metade da 2ª.
Hype é pouco para falar sobre Glee. Glee é febre. Glee é tesão. Glee é pop. E Glee é gay. Não importa o que digam sobre True Blood e o quão preconceituoso isso possa parecer, Glee é a série gay. E isto é um fato. E apenas um pedaço de toda a verdade.
Com uma temporada e meia de exibição, Glee já mostrou que é capaz de oferecer bobagens com muito mais freqüência do que deveria, o que, é claro, só será prejudicial para a longa vida do programa – como as traminhas patéticas dos episódios especiais de Madonna e Britney Spears. Por outro lado, é importante dizer que a série reserva ótimas surpresas por trás da fachada colorida, discutindo temas cinzentos de grande relevância, como gravidez na adolescência, Síndrome de Dawn, religião, bullying, obsessão e, é claro, amor. E só os mais desatentos não perceberão a inequívoca violência por trás da gag que traz os excluídos alunos do Glee Club sendo atacados com raspadinhas. Assim como apenas os mais fundamentalistas não verão uma necessária exposição de preconceito quando o roteiro traz diálogos que incluem termos pejorativos como traveco e viado.
Artisticamente atraente e sempre mais interessante quando aposta nas performances mais simples (Maybe This Time e True Colors são comoventes e Sing! é uma solução simplesmente brilhante, e linda), Glee merece destaque por vir se revelando uma série muito mais do que minimamente divertida, mas também socialmente fundamental.
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POSIÇÃO 8
Desperate Housewives
5ª e 6ª temporadas completas e início da 7ª.
Desperate Housewives é um achado. Além de oferecer pontualmente alguns dos melhores momentos cômicos e dramáticos entre as séries em exibição na temporada, o programa investe na segurança da fórmula ao mesmo tempo em que inova essa fórmula ao trazê-la para dentro de uma trama fluida e quase sempre interessante, com temporadas que trazem arcos dramáticos bem definidos e mistérios que, embora estejam se tornando cada vez menos atraentes, permanecem inexplicavelmente interessantes. Assim, quando a temporada começa, imediatamente pensamos um entediado “lá vamos nós”, mas logo nos excitamos com o desenvolvimento da trama.
Isto é, até o início deste sétimo ano, já que excitação não é o melhor termo para definir o primeiro arco dramático desta atual temporada. Sim, primeiro; pois em apenas 10 episódios Desperate simplesmente eliminou seu mistério-da-vez, levando trama e personagens a um desfecho impactante… E assustador.
Desta forma, o drama de Marc Cherry sustenta seu lugar entre as melhores séries da temporada, novamente movimentando seu brilho estático que o impedia de se destacar mais.
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POSIÇÃO 7
In Treatment
1ª, 2ª e 3ª temporadas completas.
Conflitos morais, questões existenciais, medos, incertezas, decisões, arrependimentos. Eu descobri In Treatment em 2009 e numa questão de poucos dias me submeti à primeira temporada inteira. Um tratamento de choque, por assim dizer, que me apresentou a personagens que já nasceram clássicos e a pessoas que são simultaneamente queridas e insuportáveis. Em especial, o Dr. Paul Weston, o formidável psicólogo que conduz a narrativa e que, uma vez por semana, vomita seu lado detestável sobre sua própria terapeuta – e é justamente essa ambigüidade o que o transforma em um personagem ainda mais fascinante.
Com uma segunda temporada ainda mais sufocante e catártica para o espectador (especialmente a paciente April), e uma terceira à altura dos melhores momentos de toda a série, In Treatment parece disposta a permanecer um bom tempo em minhas listas de final de ano.
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POSIÇÃO 6
Community
1ª temporada completa e metade da 2ª.
Meus amigos normais não gostam de Community. Já os nerds se entregam fielmente ao orgasmo semanal. Se mencionei Desperate Housewives como a série responsável por algumas das melhores piadas a cada temporada, é porque Community oferece ao espectador nada menos do que obras-primas com maior freqüência do que parece ser possível.
A melhor série lançada em 2010. A melhor sitcom da atualidade. Uma das melhores séries que vi este ano.
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POSIÇÃO 5
Dexter
4ª e 5º temporadas completas.
Trinity. Esta é a única coisa que tenho a dizer para colocar Dexter entre as cinco melhores séries de 2010. E se a quinta temporada surpreendeu pela baixa qualidade (relativa) do roteiro e da direção, isto não significa muita coisa já que, em Dexter, qualquer coisa menor do que extraordinário pode ser considerado baixa qualidade para os padrões da série.
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POSIÇÃO 4
Fringe
Da metade final da 2ª temporada até a metade inicial da 3ª.
Fringe é o que temos quando pensamos em um filho de Arquivo X e Lost. Os bizzarros casos semanais estão lá. A trama complexa e contínua está lá. Os dramas pessoais dos personagens, intrinsecamente ligados ao mistério da trama, também estão presentes. E as surpresas, os sustos, os arcos dramáticos. As atuações, a direção, a trilha sonora, a vinheta de abertura.
Mas há um elemento fundamental e insuperável em Fringe que nem Lost nem Arquivo X jamais possuíram: Walter Bishop.
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POSIÇÃO 3
24 | Lost
1ª e 8ª temporadas completas. | 6º temporada completa.
24 e Lost são as séries mais importantes da última década. De longe, não são as melhores. Mas ninguém pode negar sua importância para a nossa geração. E se não bastasse seu desempenho (instável, mas) marcante ao longo dos últimos 8 e 6 anos, é inegável que ambas tiverem temporadas de encerramento espetaculares que fizeram jus aos seus melhores momentos.
Temporadas que se tornam ainda mais fascinantes quando analisadas de um modo geral em relação as séries. Se Lost trouxe, em seus episódios finais, revelações e referências à temporada de abertura, 24 não ficou para trás e levou seu protagonista ao ponto mais escuro em que ele já esteve, uma jornada que teve fim ao lado de Renee Walker e cujo início foi lá atrás, com Teri Bauer – e a inegável semelhança entre as duas atrizes é uma sutil e extremamente elegante rima que torna ainda mais trágico o destino dos personagens.
As duas séries mais importantes desta geração. Empatadas em bronze como as melhores séries que acompanhei em 2010. Mas apenas porque os primeiros lugares… dão lugar a novidades.
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POSIÇÃO 2
Damages
1ª, 2ª e 3ª temporadas completas.
Damages não é uma dessas séries que chegam de mansinho e, quando nos damos conta, já nos dominou. Ela já chega aos chutes e socos e gritos, te agarrando e te arrastando com ela para sua longa jornada de amoralidade e conseqüências. Um caminho de muitos altos (e um longo baixo) que revela um rápido amadurecimento dos realizadores, que testaram tudo o que podiam com as duas primeiras temporadas, indo com cuidado na primeira e experimentando todos os erros possíveis na segunda.
É como se eles tivessem cometido propositalmente esta coleção de episódios equivocados, que ganham um desfecho tão simplista e súbito que chega a ser ofensivo. Mas tudo bem, deu pra entender o recado: “nós erramos, vamos acabar logo com isso e ir para a sobremesa”.
E que sobremesa. Na terceira temporada, Damages alcança nada menos do que a perfeição dramática, com todas as trapaças de montagem, cruzamentos de tramas e reviravoltas a que conquistou direito. Uma temporada sem um único e solitário defeito e com um desfecho formidável.
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POSIÇÃO 1
Battlestar Galactica
Série completa.
Battlestar Galactica é uma dessas séries que chegam de mansinho e, quando nos damos conta, estamos completamente tomados por ela. Por mais fascinantes, desgraçados e complexos que sejam os personagens de 24, Damages, Dexter e Lost, nenhum deles se compara a coleção que encontramos em BSG, que não traz um único herói ao longo de toda a sua narrativa, apenas anti-heróis que iremos amar e odiar fervorosamente – às vezes, simultaneamente. E não há exceções.
Evocando o que há de mais cruel e belo no ser humano, a série não hesita em levar seus personagens até as últimas conseqüências de seus atos e escolhas, trazendo discussões de extrema complexidade política e moral e ainda permitindo arcos dramáticos que, longe de trazerem redenção, levam seus personagens à completa perda – como uma determinada líder política, por exemplo, que aos poucos deixa de seguir seus valores e idealismos mais intrínsecos e se torna um monstro desprezível, mas inevitável.
E se isto não fosse muito, a obra ainda ousa trazer um desfecho que apresenta e mantém pequenas questões metafísicas que jamais poderiam e nunca irão ser respondidas – o que, longe de incomodar o espectador ou soar como um deus ex machina, introduz uma nova idéia a uma trama já repleta de camadas e ainda confere uma conclusão quase sublime a uma história de ficção científica que é nada menos do que um grande e límpido espelho à frente de nossa sociedade e civilização.
Um espelho que nos mostra uma imagem suja e assustadora, sim, mas também bela, inspiradora e esperançosa. Ou seja, simplesmente humana.
Em suma, Battlestar Galactica é a melhor série que assisti em 2010. E, sem qualquer hesitação, escolho como a melhor série produzida nesta década.
































Gostei da lista Achilles, parabéns! Não vi alguns filmes e fiquei curioso pra assistir logo.
Grande abraço.
Aquiles, adorei seu cânone. Não apenas por óbvios motivos pessoais…
Este ano vou me dedicar mais às séries que eu sempre coloquei meio de lado.
E estou lendo a trilogia millennuim, conhece? Vale muito a pena.
Parabéns.
Abraço.
Leo
Leo, estou ansioso (mesmo!) para ler a versão final de Academia. E recomendo muito dar mais atenção a certas séries de TV, o formato vem se superando e se revelando cada vez mais interessante e complexo, muitas vezes superando a maior parte dos filmes que vemos por aí.
Nunca li os livros dessa trilogia, mas assisti ao primeiro filme – que achei (cinematograficamente) muito fraco, apesar da história ter me atraído. Darei uma chance aos livros, com certeza.
A livros, em geral, aliás. Vou me dedicar mais a leitura este ano.
Um abraço,
Achilles.
Gostei da lista achilles só discordo de uma coisa FRINGE é muito ruim ate mesmo para participar da lista das piores…rsrs