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Came(ron), promesse.

1 01UTC Outubro 01UTC 2009

James Cameron adora revolucionar a tecnologia para efeitos especiais no cinema. E de tabela, geralmente usa histórias inteligentes, divertidas e tocantes como “cenário” para suas obras de arte. Exemplos máximos desse dom: O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final e, é claro, o recordista Titanic.

Pois Cameron fez uma promessa: revolucionar, de novo, a tecnologia para efeitos especiais. E para realmente surpreender o mundo, ele decidiu simplesmente recriar cenários e seres humanos reais… em computação gráfica.

Veja você mesmo:

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(Clique nas imagens para ampliar)

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Sim, tudo o que você vê nestas duas imagens é puramente computação gráfica.

Cameron prometeu, Cameron cumpriu.

Como você já deve saber, estas imagens pertencem ao novo longa de ficção-científica do diretor: Avatar. Uma história vendida como original mas que todo mundo fica apontando ou como adaptação de uma tal Guerra de Luz e Trevas ou plagio de um tal de Delgo.

Como escritor vítima de inúmeras coincidências semalhantes a essa (a mais recente, quando Stephenie Meyer roubou na premissa de A Hospedeira a minha subtrama envolvendo o personagem Eric em Pela Humanidade. Vaca.), eu acredito na originalidade de Cameron. Ou “originalidade”, como queira.

Mas este não é o assunto do post. O assunto é: porque criar uma tecnologia tão extraordinária como essa (banhe seus olhos novamente com essas imagens inacreditaveis aí em cima, vai lá!) para desperdiçá-la em um segundo ato tão… tão…

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Sim, estas três últimas imagens pertencem a Nova Trilogia Star Wars. Uma boa série, mas definitivamente muito inferior a qualquer trabalho que poderiamos esperar das mãos de James Cameron.

Duvida? Então vá a locadora mais próxima da sua casa (ou assine a Net Movies) e alugue Titanic e O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final. Você pode até detestar Celine Dion e Leonardo Di Caprio, mas não pode negar que Titanic é uma obra tecnicamente impecável e dramaticamente comovente. Quanto a Terminator 2, bom… é simplesmente um dos melhores filmes que já assisti na vida.

Agora, repito a pergunta: porque criar uma tecnologia tão extraordinária como essa, tecnologia capaz de recriar graficamente seres humanos perfeitos, para desperdiçá-la com…

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Estas imagens pertencem ao que certamente corresponde ao segundo ou terceiro ato de Avatar. E por mais que a história se revele maravilhosa, por mais que estas imagens continuem belíssimas e infinitamente superiores a…

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, não consigo deixar de sentir um certo desânimo com elas, não consigo deixar de ver essa parte do longa como um anticlímax, um desperdício.

Compare:

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De novo: por que ser capaz de recriar seres humanos em computação gráfica, se a tecnologia será usada para criar criaturas que – por mais bem desenhadas que sejam – são extremamente artificiais e digitais?

Um desperdício. Mas espero pela resposta.

Contudo, apesar de tudo… tenho uma confiança tão grande em James Cameron que, tenho certeza, dia 18 de dezembro de 2009, terei um novo filme para brigar por espaço em meu top 5.

E ai! dele se me decepcionar.

Anticristo (Lars Von Trier)

1 01UTC Setembro 01UTC 2009

Anticristo, todos já sabem, é o primeiro filme do gênero terror do cineasta dinamarquês Lars von Trier, criador de obras máximas como Dançando no Escuro e Dogville – duas obras-primas de um mesmo artista. Aqui, porém, o cineasta dá um passo para trás e, concebendo um trabalho graficamente agressivo (com direito a penetração sexual e automutilação) e plasticamente fascinante (a sequência de abertura do longa é uma obra de arte à parte), acaba errando  ao mergulhar o espectador em uma trama dramaticamente incompleta, embora profunda.

O longa conta a história de um casal (cujos nomes jamais conhecemos) que tenta lidar com a morte do filho pequeno; um episódio terrível e ainda mais trágico graças a culpa deles por uma negligência momentânea; em especial da mãe, que não consegue se recuperar do luto e se entrega aos estágios mais profundos e escuros da dor. Numa tentativa de ajudá-la, o marido – que é psicólogo  – decide levá-la para uma cabana na floresta onde ela passou férias sozinha com o filho, acreditando que se ela enfretar seus piores medos irá perceber que eles não representam um perigo real e, assim, poderá emergir do luto. Mas logo o dedicado marido descobre que a mulher está mais mergulhada nas trevas do que ele era capaz de imaginar, e o cenário escolhido para o tratamento revela-se o gatilho perfeito para uma perturbadora reviravolta.

Anticristo, como pode ser notado, tem uma premissa claramente poderosa, mas a história, infelizmente, é conduzida por atalhos sem saída, lançando elementos e alegorias interessantíssimos (como o aborto de um animal, o canibalismo de outro, uma fogueira) mas jamais explorando suas possibilidades. E se esse desperdício já não fosse demais, von Trier falha gravemente ao introduzir elementos sobrenaturais à narrativa, transformando o que era até então um fascinante estudo de personagens e psicologia em um terror barato envolvendo demônios.(Contudo, reconheço que ainda é possível fazer uma leitura mais racional da história, só é uma pena que o ótimo cineasta tenha reduzido seus personagens a um artifício tão pequeno).

Mas se Lars von Trier falha como roteirista, seu trabalho como diretor está a altura de suas melhores obras. A começar pelo prólogo (citado no primeiro parágrafo), totalmente em preto e branco e câmera lenta, com planos detalhes chocantes ou belíssimos, e os enquadramentos marcantes, como o plano plongé que revela o casal transando aos pés de uma árvore e o quadro em primeiro-plano que mostra o protagonista sob uma chuva de bolotas de carvalho, passando pela curiosa escolha da trilha sonora, que erra e acerta na mesma medida: se por um lado os trapaceiros acordes súbitos assustam mais que o próprio susto da cena, por outro, a pontual trilha sombria parece ser uma forma de assumir que o filme se trata de um filme de terror, o que funciona como adequada homenagem ou referência ao gênero. E confesso que fiquei tensamente incomodado (no bom sentido) com o barulho das (já citadas) bolotas de carvalho caindo sobre o telhado.

Contudo, e não há dúvidas sobre isso, o grande trunfo de von Trier e Anticristo está mesmo em seu casal de protagonistas, interpretados por Willen Dafoe e Charlotte Gainsbourg com um desapego físico impressionante, exibindo seus corpos até a mais profunda intimidade, e uma entrega emocional absoluta, transformando o casal em pessoas perturbadoramente reais.

Se formos considerar os trabalhos anteriores de Lars von Trier, este último lançamento será inevitavelmente classificado como uma obra menor. Porém, é justo dizer que, mesmo devendo às expectativas, Anticristo revela-se um exemplar de terror realmente digno, ou até mesmo mestre, superando em coragem meros programas que apelam para o choque barato, como a franquia Jogos Mortais, e exibindo cenas de violência que ultrapassam qualquer ousadia dentro do gênero… E de brinde, ainda nos traz personagens mergulhados em um drama extremamente profundo, dramático e fascinante.

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Na violenta natureza sobrenatural

31 31UTC Agosto 31UTC 2009

Neste final de semana, tirei o atraso e assisti a quatro filmes que já deveria ter visto há algum tempo.

Crepúsculo
Violência Gratuita
Coraline e o Mundo Secreto
Na Natureza Selvagem

Um ruim, um bom, um ruim e um excelente. Assim, uma média ótima para a sessão.

Crepúsculo basicamente consegue o mesmo resultado do livro. Uma narrativa ligeiramente agradável, uma protagonista carismática e um protagonista… Apenas um pouquinho mais interessante que o original, mas imediatamente sabotado por um Robert Patinson sem graça e com uma beleza plástica artificial e mal aproveitada – qualquer rapaz rico, que se vista bem e tenha um cabelo fashion (!) (a cor é realmente ótima) atrairia mais atenção do que os demais. Agora, por que a a garota se sentiria mais atraida por ele do que pelo carismático Mike Newton ou pelo dócil e familiar Jacob Black, é um mistério – não, não é, os sanguessugas têm o “poder” predatório de atrair sensualmente as pessoas (leia-se: presas).

2-estrela

Mas o tédio (sim, fiquei entediado com Crepúsculo) logo foi substituido pela tensão e os nervos à flor da pele. Violência Gratuita não apenas é um exercício narrativo perturbador (a revira-volta no terceiro ato é um tapa na cara), como também um execício emocional angustiante. Em certo momento do longa, o simples enquadramento do personagem George sentado em uma cadeira ao lado de uma janela fez meu ar desaparecr, já que anos e anos de cinema-óbvio me ensinou a temer qualquer “entrada” para o vilão, especialmente quando a câmera se fixa num mesmo quadro por mais do que poucos segundos.

4-estrela

Infelizmente, Coraline e o Mundo Secreto não continuou o nível de Violência Gratuita, revelando-se um filme visualmente encantador (que cores maravilhosas!), com personagens muito agradáveis e basicamente divertidinho, mas que no final das contas não parece oferecer mais ou melhor do que outras obras do gênero (embora, curiosamente, eu não consiga comparar sua trama a qualquer outra).

2-estrela

Na Natureza Selvagem cumpriu e superou todas as expectativas. Deixei por último já esperando que fosse o melhor, e não me enganei. Angustiante desde a primeira cena, quando vemos a personagem de Marcia Gay Harden acordando abalada, é particularmente feliz com sua coleção de personagens, já que todos os indivíduos que cruzam o caminho do protagonista são belíssimos ao seu próprio modo; em especial a triste Jan, de Catherine Keener, que me comoveu profundamente em suas poucas e marcantes cenas.

(Kristen Stewtart, a Bella de Crepúsculo, também cruza a tela por aqui, provando ser uma atriz mais talentosa do que parecia no romance-vampiresco).

Mas o que mais me emocionou em Na Natureza Selvagem foi a narrativa em off de Jena Malone, que interpreta a doce e companheira irmã do protagonista e, assim, abre uma janela para sua família – sendo, além de tudo, outra vítima do abandono do rapaz. Tentando condenar a atitude do irmão ao mesmo tempo em que tenta se convencer de que o compreende, a garota assiste a gradual degradação emocional de seus pais, o que a faz sofrer ainda mais pelo desaparecimento do irmão.

E se a morte do viajante é aguardada desde o início da jornada, o modo como acontece confere um sabor agridoce ao desfecho, revelando-se ao mesmo tempo um anticlímax e um alívio, – eu, francamente, esperava por um destino violento, e confesso que fiquei feliz que a consequência final de sua aventura tenha sido tão branda, embora ainda dolorosa.

Contudo, o que mais perturba, angustia e fascina em Na Natureza Selvagem é pensar nos personagens que cruzaram a tela ao longo da projeção e que, por um tempo certamente indeterminável, devem ter esperado que aquele jovem encantador voltasse a suas vidas. Incluindo neste lista, a própria família do rapaz, eternamente condenada à dor de esperar por alguém que jamais irá voltar – e, pior, sem jamais ter certeza de quais foram os últimos sentimentos dele, se foram culpados até o fim ou se, antes do fim, conseguiram ser perdoados por erros que, de certa forma, eram inevitáveis.

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Heart enriching…

23 23UTC Março 23UTC 2009

Sarah Kane é uma dramaturga inglesa que chamou a atenção do mundo com suas peças fortes e depressivas, agressivas, opressoras. Ainda muito jovem, teve suas peças compradas e encenadas num importante teatro de Londres e depois ao redor do mundo. Mas, como é prerrogativa dos gênios, seu dom foi sua maldição, e os mesmos sentimentos que ela transformava em palavras e cenas a afundaram na depressão. Num período sobrevivido entre clícinas psiquiátricas, Kane escreveu a peça 4:48, uma de suas obras mais intensas e que fala sobre suicídio – o título seria a hora em que a maioria dos casos acontecem. Esta foi sua última contribuição a 5ª arte: Sarah Kane suicidou-se em 20 de fevereiro de 1999, aos 28 anos.

O curta-metragem abaixo é uma adaptação da peça Crave, seu penúltimo trabalho, e é assinado pela produtora britânica Arri Média, produzido e dirigido por Richard Jakes e Michael Tamman. Os casal que divide a cena em recortes e frases é interpretado por Christofer Duniop e Fiona Peance.

Este curta-metragem é um dos mais belos filmes e poema e já vi, comparável talvez aos maravilhosos Antes do Amanhecer, Antes do Pôr-do-Sol, Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, Apenas Uma Vez… Alguns dos filmes mais tristes e românticos que já tive a felicidade de presenciar.

Reflexões de um Horizonte representa, sem dúvidas, os mais bem aproveitados seis minutos dos últimos tempos. Está no áudio original, com legendas em inglês. Abaixo do vídeo, está minha tradução livre para o português.

e eu quero brincar de esconde-esconde

e te dar minhas roupas

te dizer que eu amo seus sapatos

e sentar nos degraus enquanto você toma banho

e massagear sua nuca

e beijar o seu rosto

e segurar sua mão

e dar um passeio

não me importar quando você comer minha comida

e te encontrar no bar

e falar sobre o seu dia

falar sobre o seu dia

e rir da sua

sua paranóia!

e te dar fitas que você não ouve

assistir grandes filmes

assistir filmes terríveis

e te falar sobre o programa de tv que eu vi ontem a noite

e não rir das suas piadas

querer você de manhã

mas te deixar dormir mais um pouco

te dizer o quanto eu amo

seus olhos

seus lábios

sua nuca

seus peitos

seu tipo esperto

e sentar na escada fumando até seus vizinhos chegarem

e sentar na escada fumando até você chegar

e ficar preocupado quando você chegar

tarde

e ficar feliz quando você chegar cedo

e te dar girassóis

e ir para sua festa e dançar

me desculpar quando eu estiver errado

e feliz quando você me perdoar

olhar suas fotos

desejar que eu te conhecesse eternamente

ouvir sua voz

no meu ouvido

sentir sua pele

na minha pele

e ter medo quando você estiver com raiva

e te dizer que você é gostosa

e te abraçar quando você estiver ansioso

e te segurar quando você se machucar

e te querer quando eu te cheirar

e te irritar quando eu te tocar

e lamentar

quando eu estiver perto de você

e lamentar quando eu não estiver

babar no seu peito

sufocar você à noite

e ficar com frio quando você tomar o cobertor

e com calor quando você não tomar

e me derreter ao seu sorriso

e me dissolver quando você rir

mas não entender como você pode achar que eu te rejeito

quando eu não estou rejeitando você

e imaginar

como você poderia sequer pensar que eu te rejeitaria

e imaginar quem você é

mas te aceitar de qualquer jeito

e te falar sobre o anjo de natal

o garoto da floresta encantada

que voou através do oceano

porque ele amou você

e te comprar presentes que você não quer

e levá-los embora de novo

e te pedir para casar comigo

e você dizer “não” de novo

mas continuo pedindo porque embora

você pense que eu não quero

eu sempre quis desde a primeira vez que eu pedi

eu ando pela cidade, pensando

mas ela é vazia sem você

mas eu quero o que você quer

e acho

que estou me perdendo

mas

mas

mas

eu vou te contar o pior de mim

e tentar

te dar o melhor de mim

porque

você não merece nada menos

responder suas perguntas quando eu preferir não responder

e te contar a verdade

quando eu realmente não quero

e tentar ser honesta

porque eu sei que você prefere isto

e pensar que tudo acabou mas

esperar por apenas mais dez minutos

antes que você me jogue para fora da sua vida

esqueça quem eu sou

e me deixar tentar e chegar mais perto de você

e de algum jeito

algum jeito

de algum jeito comunicar algo devastador

eterno

dominante

incondicional

cercado

enriquecedor

esclarecedor

avançado

interminável

amor

eu sinto por você

Filmes #3 #4 #5 – Antes… de viver o resto de sua vida.

14 14UTC Janeiro 14UTC 2009

Este, como um só, é o mais belo e real romance do qual me lembro. Histórias maravilhosas e como Titanic, Diário de uma Paixão, Tristão e Isolda, Cidade dos Anjos e muitos outros são apens isso: histórias maravilhosas. E como a maior parte dos romances do gênero, nenhumas dessas histórias parece acontecer num mundo real, próximo. Este é o grande mérito destes dois filmes inesquecíveis que, assim como Apenas uma vez, parecem mais um documentário sobre o amor a vida e as decisões que tomamos – sejam estas idealizações românticas ou atitudes sóbrias cheias de esperança.

O mais interessante em reunir estes três longas em um mesmo espaço é a irônica rima temática entre eles. Enquanto Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol pregam a idéia de uma segunda chance, o proprio título do filme irlandês resume as chances de felicidade no amor para “uma vez”.

Claro, quem poderá dizer que a Moça não foi, afinal, feliz em seu casamento reconstruído? E quem poderá dizer que o Rapaz não encontrou felicidade ao reencontrar sua velha amada? E é impossível que a Moça e o Rapaz se reencontrem algum dia?

Quantas vezes encontramos a pessoa certa?
Apenas uma vez.

Apenas um encontro? Ou apenas uma pessoa?

Filmes #2

24 24UTC Novembro 24UTC 2008

Vi este filme em 2007 e, de longe, é o que mais me fez rir ano passado. Aliás, este ano, acho que só ri tanto com o novo filme de Woody Allen. Escrevi sobre este filme na época e repito aqui uma parte dos comentários:

Kiss Kiss, Bang Bang é um desses filmes recheados de ótimos diálogos e situações extremamente absurdas, mas incrivelmente verossímeis dentro da trama que propõe. Um exemplo é quando a mocinha do longa pergunta ao herói “Eu decepei o seu dedo, não foi?”, logo após bater a porta irritada, ou quando o próprio herói se segura no braço de um cadáver devidamente dentro de um caixão – que está preso na armação de uma placa de trânsito ao lado de um viaduto. Da mesma forma, as cenas de ação são ótimas e inteligentes, nos fazendo realmente temer pela vida do trio de protagonistas. (…)

Eu garanto, este é um dos filmes mais divertidos e inteligentes do gênero.

Beijos & Tiros

Filmes #1

13 13UTC Novembro 13UTC 2008

Inicio agora uma série de posts onde publicarei trailers e breves comentários (ou nenhum comentário) sobre filmes que admiro imensamente ou pelos quais sou simplesmente louco.

Esta primeira edição é mais contida e publico um filme que apenas me comoveu. Vale a pena ver o trailer só pelo modo como certo convite é feito. Já o filme…

Este romance é um dos filmes pós-Titanic mais comoventes que já assisti. Com um desenvolvimento delicado e estimulante e um final que deixaria qualquer um arrasado.

Diário de Uma Paixão