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Natureza humana.

4 04UTC Novembro 04UTC 2009

Eu me dou bem com essa minha personalidade meio distraída, meio ingênua… Por causa dela, por exemplo, frequentemente eu me flagro surpreso com acontecimentos que já não são mais novidade para ninguém, como quando noticiei “Gente, a Madonna desmaiou num show!”,  dias após o ocorrido, ou quando estranhei o nome “Topo Gigio”, personagem completamente estranho para  mim.  E isso é algo que causa momentos como: “Nossa, como assim só agora aconteceu a primeira morte por Gripe Suina na China!”, e alguém pergunta: “Então, Achilles… E de que mês é essa notícia, querido?”. Sem falar em todos os momentos que envolvem cores na minha vida. Eu sou daltônico. Por outro lado, me aproveito dessa característica autoreconhecida e faço brincadeiras como questionar “Que banda é essa?” ao ver alguém assistindo a um videoclipe anos oitenta do U2.

Um recente motivo de risos (e um besliquinho na bochecha acompanhado de um “Que fofo!”) foi quando declarei que quero visitar Amsterdã ano que vem para provar maconha sem peso na consciência, e quando confidenciei que estou com vontade de experimentar LSD, comentando que ia marcar uma consulta médica para saber se é seguro para o meu corpo.

Oras! Por que uma garota de 16 anos pode consultar um ginecologista ao decidir transar e um homem adulto não pode consultar, por exemplo, um cardiologista para usar drogas de acordo com o conceito de Redução de Danos?

De fato, eu realmente tomei essas duas decisões: só vou experimentar maconha quando estiver em um País em que a droga for legal, e só vou provar qualquer outra droga quando um médico disser que é relativamente seguro. E sim: eu acredito que encontrarei um médico mente aberta o bastante para ser completamente honesto (em todos os sentidos).

Mas o que me fez escrever esse post é um acontecimento ocorrido lá em setembro, num dos cantos escuros da badalada e (eu acho) bem frequentada casa noturna A Lôca.

Não entrarei em detalhes agora, para entender o caso basta ler uma matéria do G1 aqui ou, de preferência, um relato em primeira pessoa aqui (posts da época).

Leia, por favor.

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Viu? Agora me diz… O que você acha?

Bom, eu estou sim surpreso. Claro que sei imagino o que rola por aí nas noites paulistanas. Mas sempre associei os casos de agressão mais graves à tribos como skinheads e punks. Sim, eu também sei que há inúmeros casos de violência e assassinato cometidos por seguranças de bares e casas noturnas. Mas sempre acreditei que estes casos fossem casos de homens recém-contratados que eram provocados e, provavelmente tão chapados quanto os baladeiros, se descontrolavam. E sempre acreditei que esses homens eram sumariamente presos ou demitidos.

E agora leio que uma das casas noturnas que eu mais frequento frequentei é justamente conhecida por abrigar seguranças que explodem à menor oportunidade. O Gerente? Simplesmente “revidou as agressões”, dominou o cliente ao invés de cumprir seu papel e tentar acalmá-lo

Eu só não acho que o flyer criado para ilustrar o protesto seja válido. “Até quando seremos tratados como lixo apenas por termos gostos diferentes?”, diz a arte gráfica. Eu não acredito (novamente minha ingenuidade falando?) que o motivo da barbarie seja preconceito contra classes, estilos ou sexualidde – afinal, trabalhar como segurança em uma balada gay e ser, por exemplo, homofóbico, não parece fazer muito sentido.

Contudo, trabalhar como segurança em qualquer que seja o lugar e ser justamente o responsável por uma agressão hedionda a um dos frequentadores… É, isso também não faz o menor sentido.

Came(ron), promesse.

1 01UTC Outubro 01UTC 2009

James Cameron adora revolucionar a tecnologia para efeitos especiais no cinema. E de tabela, geralmente usa histórias inteligentes, divertidas e tocantes como “cenário” para suas obras de arte. Exemplos máximos desse dom: O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final e, é claro, o recordista Titanic.

Pois Cameron fez uma promessa: revolucionar, de novo, a tecnologia para efeitos especiais. E para realmente surpreender o mundo, ele decidiu simplesmente recriar cenários e seres humanos reais… em computação gráfica.

Veja você mesmo:

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(Clique nas imagens para ampliar)

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Sim, tudo o que você vê nestas duas imagens é puramente computação gráfica.

Cameron prometeu, Cameron cumpriu.

Como você já deve saber, estas imagens pertencem ao novo longa de ficção-científica do diretor: Avatar. Uma história vendida como original mas que todo mundo fica apontando ou como adaptação de uma tal Guerra de Luz e Trevas ou plagio de um tal de Delgo.

Como escritor vítima de inúmeras coincidências semalhantes a essa (a mais recente, quando Stephenie Meyer roubou na premissa de A Hospedeira a minha subtrama envolvendo o personagem Eric em Pela Humanidade. Vaca.), eu acredito na originalidade de Cameron. Ou “originalidade”, como queira.

Mas este não é o assunto do post. O assunto é: porque criar uma tecnologia tão extraordinária como essa (banhe seus olhos novamente com essas imagens inacreditaveis aí em cima, vai lá!) para desperdiçá-la em um segundo ato tão… tão…

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Sim, estas três últimas imagens pertencem a Nova Trilogia Star Wars. Uma boa série, mas definitivamente muito inferior a qualquer trabalho que poderiamos esperar das mãos de James Cameron.

Duvida? Então vá a locadora mais próxima da sua casa (ou assine a Net Movies) e alugue Titanic e O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final. Você pode até detestar Celine Dion e Leonardo Di Caprio, mas não pode negar que Titanic é uma obra tecnicamente impecável e dramaticamente comovente. Quanto a Terminator 2, bom… é simplesmente um dos melhores filmes que já assisti na vida.

Agora, repito a pergunta: porque criar uma tecnologia tão extraordinária como essa, tecnologia capaz de recriar graficamente seres humanos perfeitos, para desperdiçá-la com…

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Estas imagens pertencem ao que certamente corresponde ao segundo ou terceiro ato de Avatar. E por mais que a história se revele maravilhosa, por mais que estas imagens continuem belíssimas e infinitamente superiores a…

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, não consigo deixar de sentir um certo desânimo com elas, não consigo deixar de ver essa parte do longa como um anticlímax, um desperdício.

Compare:

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De novo: por que ser capaz de recriar seres humanos em computação gráfica, se a tecnologia será usada para criar criaturas que – por mais bem desenhadas que sejam – são extremamente artificiais e digitais?

Um desperdício. Mas espero pela resposta.

Contudo, apesar de tudo… tenho uma confiança tão grande em James Cameron que, tenho certeza, dia 18 de dezembro de 2009, terei um novo filme para brigar por espaço em meu top 5.

E ai! dele se me decepcionar.

HSBC Belas Artes

22 22UTC Junho 22UTC 2009

Espaço consagrado em São Paulo para o circuito cult cinematográfico, o HSBC Belas Artes oferece experiências ímpares para os amantes da Sétima Arte, incluindo um projeto que literalmente transforma os espectadores em “Cinéfilos de Carteirinha” (o vantajoso Cineclub) e os mensais Noitão e Encontro – noites especiais onde podemos, respectivamente, encarar uma maratona de filmes noite afora, pelo preço de um ingresso convencional e direito a um modesto café da manhã, ou assistir a uma sessão de filme nacional (ou co-produzido) e em seguida participar de um debate com alguns dos realizadores.

Neste último mês, participei pela primeira vez dos dois projetos noturnos.

No Encontro, mergulhei na mente solitária e confusa do ghost-writer José Costa no ótimo Budapeste, para em seguida ouvir diretamente de Leonardo Medeiros e Walter Carvalho suas impressões e experiências na realização do longa, uma série de comentários que enriquecem ainda mais a produção.

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Já no último final de semana, enfrentei a fria noite paulistana pós-Dia dos Namorados com os bons A Onda e A Comunidade e o fraco Nathalie X.

E entre estes três longas (a noite ainda exibiu Tinha Que Ser Você e o filme-surpresa-inédito-pela-primeira-vez Paris, que não vi), não deixa de ser curioso constatar que o melhor deles é o absurdo A Comunidade, ricamente divertido e repleto de reviravoltas, ainda beneficiado por uma direção segura (não consegui ver o nome do diretor de Álex de la Iglesia) que reconhece estar contanto uma história recheada de bizzarrices.

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Em contrapartida, o bom A Onda não passa disso, um bom filme, mas que acredita ser muito melhor do que é na realidade, errando principalmente por desenvolver uma complexa experiência psicológica em um período muito pequeno dentro da história, o que destrói nossa identificação com a trama, e ainda caindo no equívoco de explicar certas cenas que seriam beneficiadas justamente pela sutileza, como quando três garotos são chamados de “gangue” por dois colegas anarquistas – além do final melodramático que poderia ter ficado de fora no corte final.

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E então surge Nathalie X para encerrar a noite, um filme excessivamente carregado de diálogos, o que definitivamente não é um defeito quando o filme oferece um texto elegante (vide Closer, Antes do Põr-do-Sol), mas que aqui apenas constrange pela fracassada aura de sensualidade e sexualidade e que se torna ainda pior pelo final previsível desde o segundo ato. O que é uma pena, pois este poderia ser um bom filme sobre as consequências do sexo fora do casamento e a libertação de uma mulher tradicional.

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O resultado é que meu primeiro Noitão foi uma experiência que fica entre média e boa, e que poderia ter sido claramente melhor caso os realizadores não tivessem decidido ignorar o forte tema da semana (Dia dos Namorados). Pois havia duas formas de oferecer uma noite perfeita: exibindo filmes todos românticos e interessantes, que prendessem a atenção dos casais e os solitários, ou então filmes amadores e irritantemente chatos do interior da Polônia… Seria a desculpa perfeita para esquecer o telão iluminado e passar seis horas inteiras se agarrando com uma companhia atraente.

O Retorno

7 07UTC Junho 07UTC 2009

Estou de volta. Depois de semanas a fio longe deste espaço, experimentando algumas novidades e descansos… Eu volto.

Não exatamente nestes quase quarenta dias, mas muitas coisas vem acontecendo nestes últimos tempos e provavelmente por causa de algumas delas é que fiquei tanto tempo longe.

Alguns destes acontecimentos foram ruins, outros… excelentes. Em resumo, fui assaltado algumas vezes (sim, plural), comecei a namorar (sim, eu juro), sai da TV1 e freelei em outra agência (voltando ao cargo de “dispoível no mercado de trabalho”), fiz o curso do famigerado Pablo Villaça (onde conheci pessoas incríveis, incluindo o próprio professor), comecei a me deliciar com In Treatment, me decepcionei terrivelmente com Terminator: Salvation, cheguei a uma boa conclusão do que fazer com 8 Mentiras e, mais recentemente, transpirei uma nova história…

Reviravolta

15 15UTC Abril 15UTC 2009

De tempos em tempos, eu volto a perceber que escrever minha saga de ficção científica, Pela Humanidade, é um desafio realmente grande. Há anos (dez na verdade, esta foi uma das primeiras histórias que escrevi) venho trabalhando no primeiro livro e, paralelamente, no argumento geral de toda a série – que será de cinco volumes. Não acredito que os próximos volumes exigirão tanto tempo de dedicação, já que quando o primeiro livro estiver terminado, é porque o argumento da série como um todo já estará suficientemente forte e coeso para continuar fluidamente.

Humanos (uma apelido íntimo entre nós ;) ) é uma série longa e complexa, o que por si só já torna o trabalho dífícil. Somando-se a isto o fato de eu ser irritantemente detalhista (e obviamente falho, o que me deixa ainda mais irritado) faz com que eu mude elementos, formatos, caminhos, personagens, subtramas numa velocidade e numa frequência que enfartariam qualquer editor com prazo apertado. Como já comentei recentemente aqui no blog, por exemplo, depois de anos trabalhando o primeiro livro em primeira pessoa, percebi que escrever em terceira pessoa torna a história mais ampla e a narrativa mais eficaz, e por isso decidi alterar TODO o livro de acordo com o novo formato. Mas, claro, isto não significa que estou decidido, já que sempre gostei da idéia de escrever o primeiro livro em 1ª e os restasntes em 3ª.

E simplesmente hoje, fiz uma verdadeira descoberta. Uma determinada personagem que o protagonista encontra no “terceiro ato” da história… Ela simplesmente… não existe. Exatamente! Ela não existe! Fui eu que a inventei!

Piadas ineficazes à parte, isto é sim um pouco de verdade. Meu protagonista, Josh, tem um caminho específico para seguir neste terceiro ato e, para isto, eu precisava da interferência de alguém. Então decidi criar esta personagem. Mas eu nunca gostei dela. Nunca simpatizei. Da primeira à última linha onde ela é citada, eu sabia que habvia algo errado com aquela pessoa. Mas não conseguia entender, encontrar o problema…

Por outro lado, logo no início do livro, eu apresento uma personagem adolescente propositadamente caricata. E, por mais que meu personagem a deteste, a cada palavra sobre ela eu fico mais encantado. Eu já tinha planejado trazê-la de volta no futuro da série, quando certos acontecimentos deixam a trama mais sombria, mas sem grandes pretensões. Agora, porém, descobri que ela é de suma importância já neste primeiro volume da saga.

Neste terceiro ato, sai aquela mulher horrorosa que surgiu na minha cabeça e entra esta formidável garota que, certamente, vai mexer com os marmanjos – mas não tanto quanto a já “clássica” Denise.

E o mais interessante nesta “decisão”? Ela muda parte dos acontecimentos do terceiro ato que me desagradavam e, de brinde, traz a desculpa perfeita para nada menos do que duas sequências de ação que estão me deixando quente de excitação – quem escreve, sabe: escrever uma cena pode ser mais intenso do que viver a mesma situação na vida real. E ainda posso dizer que são duas sequências realmente intensas e dramáticas.

Ah! como é bom voltar a “transpirar”… Não vejo a hora de poder sentar quieto e voltar a trabalhar efetivamente neste texto. Que maravilha saber que isto não vai demorar… :D

Ansioso…

13 13UTC Abril 13UTC 2009

Segue abaixo – em ordem prevista de estréia – alguns dos filmes que, em maior ou menor grau, mais espero para ver no primeiro semestre deste ano – mais 1 que estréia nas férias de julho.

Divã
Tem pelo menos quatro atores que eu realmente admiro.

Sinédoque, Nova Iorque
Kaufman e Hoffman. Um ensaio sobre a vida, o amor, a solidão. O tempo… Preciso dizer mais?

Trama Internacional
Clive Owen e Naomi Watts. Mais Tykwer, o diretor de Corra, Lola, Corra e Perfume.

Wolverine
Apesar de ser fã da trilogia X-Men, nenhum pôster, teaser ou trailer deste Origins me cativou. Mas… eu sou fâ da trilogia X-Men.

Há Tanto Tempo Que Te Amo
Drama familiar francês. A sinopse já me deixou triste. Garota praticamente criada como filha única reencontra a irmã, que esteve presa durante quinze anos, e decide reintegrá-la a família.

Veronika Decide Morrer
Quero descobrir se Geller é boa atriz.

Jornada nas Estrelas 11
Nunca gostei da série, dos filmes ou sei-lá o que mais há na franquia. Mas a campanha de marketing do longa me atraiu – inclusive o elenco mais jovem. E… o mestre JJ está na jogada.

Anjos e Demônios
Ainda não li o livro, mas achei O Código Da Vinci um pouquinho bom. E como achei Ponto de Impacto um livro sensacional, estou levemente confiante na capacidade de Brown ter concebido um bom material.

Budapeste
Apesar de Rita Buzzer assinar o roteiro (ela já foi responsável por Olga), sou capaz de me fazer acreditar que apesar do sucesso de bilheteria anterior, ela evoluiu como escritora.  Mas a história vem de Chico Buarque e a ótima Giovanna Antonelli está ao lado do incrível Leonardo Medeiros. Estou com um pouquinho de fé.

Duplicidade
Uma brincadeira a lá Sr. e Sra. Smith? Bom, aqui tem Owen de novo, mas desta vez com Julia Roberts com cara de atriz e nada menos do que Billy Bob Thornton.

Up
Não carece comentários.

O Exterminador do Futuro: A Salvação
Apesar de McG, temos os estressadinho e telentosíssimo Christian Bale. E definitivamente todos os elementos da campanha de marketing estão ajudando. Os pôsteres, os teasers, os trailers, os pedaços de sinopses, os boatos vazados e etc.

A Era do Gelo 3
Aquele esquilinho, viu…

Harry Potter e o Príncipe Mestiço
O melhor livro da série. Yates continua no comando, mas Kloves está de volta ao roteiro. E apesar do medo, todos os trailers e boatos estão prometendo um bom filme (exatamente o que aconteceu com o decepcionante A Ordem da Fênix, então… Medo).

(A lista de lançamentos onde me baseei está no Estréias Futuras do Cinema em Cena.)

Websérie – A Nova Mídia

8 08UTC Abril 08UTC 2009

A GloboNews publicou ontem uma entrevista com produtores de vídeo que estão inovando com novos formatos de programas. Entre eles, Helio Ishii, criador do Núcleo Virgulino e da websérie Mina e Lisa que já ultrapassou – agora – a marca de 2 milhões de espectadores.

Clique aqui para acessar a página com a entrevista.

A segunda temporada de Mina e Lisa já está em gravação, mas como comentei aqui no blog anteriormente, ainda sem previsão de lançamento. Vale lembrar que fiz uma pequena contribuição no desenvolvimento dos roteiros desta nova temporada.

Aqui, você lê as outras notícias publicadas sobre a micro-série aqui no Continuação..

E é claro que Achilles de Leo não poderia ficar fora disso. Ao lado de amigos, estou formando meu próprio Núcleo de criação e nas próximas semanas começaremos a gravar o piloto da nossa websérie, uma trama jovem, atual e quente para todos os tipos de pele…

Atrasado!

6 06UTC Abril 06UTC 2009

Estou todo atrasado!

Há dias não consigo decidir qual música publicar no ourTunes, há semanas estou devendo um capítulo para o Projeto Aquário e resenhas dos dois últimos episódios de Skins. Também planejei e não escrevi sobre a extinta série-3-estrelas Jericho e ainda não tenho mais escrito sobre os filmes que vejo.

Se não bastasse, estou alterando a narrativa do meu romance para 3ª pessoa e o livro que deveria ter sido publicado há mais de cinco anos provavelmente terá que esperar mais um, ou dois. Talvez três anos.

Sem contar os roteiros… Inimigos, Distância, Magnólia, Hora de voltar, Pequenos Acidentes… Todos parados. Alguns no argumento, outros no primeiro tratamento… Mas todos parados. Eu simplesmente não consigo continuar. E, depois de tudo isso, vem meu projeto de curta-séria, o 8 Mentiras… Este, felizmente, não depende só de mim, então provavelmente não ficará relegado a gaveta como os outros.

Mas… Vontade não falta. Planos não faltam. E, agora, oportunidades vêm surgindo de todos os lados… Tá na hora de ser um pouco mais abusado e dar uma pegada de mão cheia.

2009 nao terminará sem um presente de Achilles de Leo para o grande público!!

A promessa…

25 25UTC Março 25UTC 2009

A emissora americana ABC, que atualmente exibe a 5ª temporada de Lost, já tem uma carta na manga para continuar no topo quando sua queridinha (Lost, claro) terminar – o que vai acontecer em maio de 2010. Bem interessante é o nome da série, que faz referência a uma das mais impressionantes reviravoltas na narrativa da série da ilha: Flash Forward.

E se o segredo do sucesso for uma premissa simples desenvolvida de forma extremamente complexa, FF será verdadeiramente um sucesso.

A série é escrita por David S. Goyer – o roteirista por trás de Batman BeginsBlade 2, e que elaborou o argumento de The Dark Night, mas que também é responsável pelos crimes Blade Trinity e Jumper - e por Brannon Braga, um dos roteiristas de 24 horas. E a sinopse é a seguinte:

De repente, o mundo sofre um colapso. Todos os seres humanos simplesmente desmaiam, “apagam”, por exatamente dois minutos e dezessete segundos. Porém, neste período, eles não exatamente perdem a consciência, mas sim vivem um impressionante flash forward, vivenciando estes poucos minutos no futuro, exatamente as 20h do dia 20 de abril de 2010 – cinco meses após o colapso.

Porém, milhões de pessoas não sobrevivem ao acontecimento: aviões caem, carros batem, pessoas são atropeladas, caem de alturas ou se afogam. E os que sobreviveram agora precisam entender o que aconteceu com o mundo e por que todos viram exatamente o mesmo instante no futuro.

As gravações de Flash Forward começaram em 21 de fevereiro, em Los Angeles, e a série conta com rostos já conhecidos do grande público, como Sonya Walger, a Penny Widmore de Lost, Miranda Richardson (Paris, Te amo; Harry Potter e o Cálice de Fogo) e Jack Davenport, da trilogia Piratas do Caribe.

FF promete estreiar em maio de 2009, após a exibição da 5ª temporada de Lost.

Publicidade também é arte?

12 12UTC Março 12UTC 2009

Dizem que Publicidade não é arte, é Comércio.

Eu sou escritor, com projetos assumidamente artísticos voltados para as 6ª e 7ª artes. Hoje, porém, atuando na Publicidade, eu não poderia discordar mais da injusta afirmação acima.

Claro, há empresas e profissionais com suas campanhas sem a menor inclinação artística, mas esta generalização perde a credibilidade imediatamente quando nos deparamos com o trabalho de certas agências e criativos.

Alguns meses atrás publiquei 2 posts destacando comerciais fantásticos que eu tinha visto ou revisto na época (Grandes comerciais e +), e mais tarde cheguei a comentar sobre os fantásticos vídeos comerciais da IBM, que são simplesmente os melhores da categoria negócios.

Numa época em que best-sellers e campeões de bilheteria são títulos como O Doce Veneno do Escorpião (um ótimo título desperdiçado num blogue pornô impresso) e Se Eu Fosse Você (para focar em exemplos nacionais), temos a estupenda e divertidissima campanha publicitária da Oi, que deu um banho de criatividade em sua chegada a São Paulo, e até mesmo eventos institucionais marcantes como a festa de final de ano do Grupo Caixa Seguros, ou a mais recente convenção de vendas da Coca-Cola Femsa, eventos desenvolvidos e executados com conceitos artísticos e alcance dramático que estas obras “tecnicamente artisticas” mencionadas são incapazes de oferecer.

Mas as grandes estrelas do mundo publicitário são sem dúvidas os vídeos comerciais. Pequenos vídeos com pequenas histórias que muitas vezes guardam mais significados e complexidade  do que longos longas-metragens e grossos livros lançados pontualmente no mercado artístico.

Nada disso, porém, esconde a verdadeira intenção final da Publicidade: gerar receita. E é justamente isto o que torna esta nova arte uma arte verdadeiramente digna.

Enquanto autores, cineastas e outros artistas fingem fazer arte quando na verdade buscam um desmerecido sucesso e dinheiro, nada impede a Publicidade de seguir os rastros do capital e ao mesmo tempo oferecer obras que influenciam e ensinam a mente, o coração e alma das pessoas.

Quantos artistas podem dizer que alcançaram este triunfo?

No futuro…

9 09UTC Março 09UTC 2009

Achilles de Leo

apresenta

hora-de-voltar

distancia

Cada dor ou alegria, são cinco.

magnolia-branco

Em breve…

9 09UTC Março 09UTC 2009

Núcleo Indie Finito

apresenta

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você não vive só uma vez…

Pussycat Babies

2 02UTC Março 02UTC 2009

E se Ashley Tisdale ou Vanessa Hudgens ou qualquer outra garota mais talentosa e menos famosa (e menos diva) que Britney Spears criasse seu próprio grupo de dançarinas e cantoras talentosas (acho as Dolls muito talentosas, especialmente Nicole Scherzinger) onde, ao invés de belas mulheres bem feitas, houvesse apenas adolescentes com corpos e mentes em formação?

Este grupo, com absoluta certeza, seria liderado por Karen McClair

Não tem como não admirar uma série adolescente que se dispõe a escancarar um dos maiores clichês do atual mundo das celebridades, jogando-o diante das câmeras e ainda tendo a bondade de oferecer uma performance até que boa para ilustrar a futilidade do celebrismo juvenil.

Sandy

18 18UTC Fevereiro 18UTC 2009

Mulher que ganha a vida elaborando Palavras Cruzadas vive uma odisséia para tentar convencer um cameraman de reportagens televisivas de que ele é o amor da sua vida.

Uma personagem mais Sandra Bullock é impossível!

Os Simpsons

16 16UTC Fevereiro 16UTC 2009

Tirando a odisséia em busca do sofá, todos os outros detalhes (até os mínimos detalhes) são fantásticos!!